Magia enoquiana.

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Magia enoquiana.

Mensagem  Mephysto Kain em Sex Mar 30, 2012 5:46 pm


Origens: Os Diários de Dee
Os sistemas de magia agora conhecidos como magia Enoquiana derivam
do trabalho do estudioso Elizabetano Dr. John Dee e do vidente Edward Kelley.
Dee tinha uma paixão por descobrir conhecimento perdido e verdades
espirituais; em particular quis recuperar a sabedoria que ele acreditou estar nos
livros perdidos de tempos antigos. Entre estes o então lendário Livro de Enoch,
que ele aparentemente concebeu como sendo um livro que descrevia o sistema
magico usado por aquele patriarca. Dee concluiu que esforços mundanos não
conduziriam à sabedoria desejada, e decidiu então se aplicar para contatar ele
mesmo as fontes divinas. Durante os anos de 1581 à 1585, executou uma série
longa de operações magicas com esta intenção. Kelley uniu-se a ele em março
de 1582, e foi seu assistente exclusivo durante o remanescente do trabalho.
O método empregado para estes trabalhos era padrão para a época. Dee
agiria como o orador e dirigiria preces fervorosas à Deus e para os arcanjos
durante um espaço de tempo que duraria de quinze minutos a uma hora. Então
uma bola de cristal seria colocada em uma mesa previamente preparada, e os
anjos seriam chamados para manifestar uma forma visível em seu interior.
Kelley faria o trabalho de scrying com ela e relataria tudo que viu e ouviu; Dee
se sentaria a outra mesa perto e registraria tudo o que aconteceu.
Dee fez múltiplas cópias destes registros. Uma porção deles relativo às
Chamadas Angelicais, Tábuas e o Liber Scientiae, foram adquiridos com o
restante da biblioteca de Dee por Robert Cotton. Esta parte foi publicada no
Casaubon's A Time and Faithful Relation. As porções mais recentes relativas a
Heptarchy e Liber Loagaeth vieram iluminar por meios indiretos.
Em anos mais recentes de sua vida, Dee aparentemente decidiu esconder
seus registros mágicos dentro de um compartimento secreto em um grande baú
de cedro que ele possuía. Depois de sua morte o baú foi comprado e passou por
vários donos. Os documentos escondidos não foram descobertos até por volta de


1662, e encontrou seu caminho nas mãos de Elias Ashmole em 1672. A coleção
do Sr. Ashmole passou eventualmente para a Biblioteca Britânica.
De acordo com Ashmole, aproximadamente metade dos registros ocultos
foram acidentalmente destruídos pela empregada do descobridor antes que
esforços para preservação pudessem ser feitos. Apesar disto, os registros das
operações de 1581-1585 aparecem quase que completamente intactos.
O registro destas operações é muito detalhado; tanto assim que leva ao
um estudo cuidadoso para separar o 'joio do trigo'. Boa parte das comunicações
eram importantes dentro do contexto das operações, mas não tem relação direta
nos sistemas de magia que é apresentado. De resto, há períodos longos de
comunicações que, em retrospecto, parece não ter nenhum propósito além de
manter a atenção dos magistas em dar continuidade às operações. Durante estes
períodos os anjos apresentavam visões coloridas, profecias portentosas, e fofoca
angelical, mas pouquíssima informação sólida. Adicionalmente, o leitor tem
que lidar com excursões paralelas em religião apocalíptica, política, problemas
pessoais entre Dee e Kelley, e várias questões irrelevantes que Dee teimou em
inserir no trabalho.
Cronologicamente, o trabalho de Dee e Kelley divide-se em três períodos
altamente produtivos separados por meses nos quais nada de valor especial foi
recebido. O material recebido em cada período geralmente sustenta-se por si
mesmo, e é sutilmente relacionado com os outros períodos. Na interpretação
mais rígida, apenas o material do terceiro período qualifica-se como "Magia
Enoquiana", mas o termo é freqüentemente aplicado ao trabalho como um todo.
Período um: A Heptarchia Mystica
O primeiro sistema de magia dado a Dee foi a Heptarchia Mystica. Um
sistema auto-suficiente e moderadamente complexo de magia angélica
planetária, semelhante em estilo (mas não em conteúdo) aos vários "grimoires
Salomônicos". O registro completo de sua apresentação pode ser encontrada no
Mysteriorum Libri Quinti de Dee; um grimoire de trabalho. Um composto com
extratos deste mesmo registro, é conhecido como De Heptarchia Mystica.
A apresentação deste sistema magico é de notável seqüência e ordem,
comparada às partes mais recentes do trabalho. O equipamento físico necessário
foi descrito em detalhes, seguido por uma hierarquia de 49 "Anjos Bons", e
mais adiante informações relativas aos Reis e Príncipes da hierarquia, e seus
ministros. A parte principal da informação foi dada durante 1582; correções


significantes para o esboço do equipamento foi determinado na primavera do o
ano seguinte, depois de um hiato no trabalho e a apresentação do Liber
Loagaeth.
Equipamento: Anel, Lamen, e Mesa Santa
Figura: Anel
Os anjos afirmaram que o anel que eles esboçaram para Dee era o mesmo
que Salomão usava para controlar demônios. Ele tinha uma parte plana na qual
era fixo uma pequena chapa retangular. As letras PELE (letras Latinas para "Ele
operará maravilhas") eram escritas nos quatro cantos deste retângulo. No centro
do retângulo havia um círculo dividido por uma linha horizontal, com a letra
"V" acima da linha e a letra "L" abaixo desta.
Foram dados dois lamens diferentes a Dee. O primeiro destes apresentava
uma semelhança genérica com vários sigilos goéticos, sendo um sortimento de
linhas de forma livre e letras estranhamente colocadas. O ser que o entregou,
instruiu que o lamen deveria ser feito em ouro e usado em todas as vezes e
lugares com fins de proteção.
No ano seguinte, Dee e Kelley são avisados que este era um falso lamen,
dado por um "espírito ludibriador". Eles lhe forneceram um novo desenho
formado por uma matriz 7x12 pelos nomes dos Reis e Príncipes Heptarcais; o
novo lamen era composto totalmente de letras e arranjadas em padrões
retilíneos. Ao contrário o primeiro lamen, o propósito do segundo, era somente
"dignificar" o magista, mostrar o seu mérito para executar a magia Heptarcal.
Figura: 2 versões do lamen
A Mesa Santa ou Mesa de Convenção era a peça central da Magia
Heptarquica. Seu propósito era ser um "instrumento de conciliação"; ou seja, o
meio pelo qual os poderes que esta simbolizava, eram trazidos junto ao magista.
Como no caso do lamen, Dee foi informado que a versão inicial da mesa estava
incorreta, e um desenho novo foi providenciado.
A mesa deveria ser quadrada com lado medindo dois cúbitos (algo entre
90 a 110 cm) e dois cúbitos de altura. As pernas terminaram em pés com
formato de taças invertidas, debaixo dos quais cópias pequenas do Sigillum dei
Aemeth eram colocados. Tinha uma margem interna de uma polegada (2,54


cm), nas quais certas letras eram desenhadas (21 em cada lado da mesa). Dentro
deste limite uma Estrela de David era desenhada, e no centro da estrela um
quadrado de 6 polegadas de lado (15 cm aproximadamente) dividido em uma
matriz 3x4 onde outras letras seriam desenhadas. Em cima da mesa eram
colocados sete talismãs planetários, chamados "Insígnias da Criação". No
centro, era colocado uma versão grande do Sigillum dei Aemeth. Quando em
uso, a mesa, Sigillum, e talismãs eram cobertos com uma toalha de seda
vermelha. A bola de cristal era então colocada em cima da toalha, diretamente
sobre o Sigillum.
As letras ao redor da extremidade da mesa, e no quadrado central, foram
tirados da mesma matriz 7x12 que formava o lamen. A intenção seria de que
eles "dignificavam" a mesa - consagrando-a para o trabalho com a Heptarquia -
da mesma maneira que o lamen dignifica o magista. Não há nenhuma indicação
no registro, a idéia de que elas eram palavras que transmitiam algum tipo de
significado, como Gerald Schueler alegou.
Muitos magistas assimilaram a idéia de que a Mesa Santa também é
necessária às operações que envolvem as Chamadas e Tábuas Angelicais dados
a Dee e Kelley em 1584. É verdade que eles fizeram uso da mesa para
operações que obtiveram todo aquele material. Porém, a mesa é projetada
especificamente para o uso com os poderes da Heptarquia; parece improvável
que ela seria satisfatória para a natureza quase elementar dos poderes das
Tábuas.
Figura: Mesa Santa
Equipamento: O Sigillum dei Aemeth
O Sigillum dei Aemeth ou Sigillum Dei é um disco grande de cera, no qual
são inscritos vários nomes de Deus e de anjos, dentro um desenho formado por
heptágonos e heptagramas. Este sigilo deveria ser colocado no centro da Mesa
Santa, debaixo da bola de cristal. Versões menores seriam colocadas debaixo
dos pés da mesa (que possuíam forma de taças invertidas), aparentemente para
separar a mesa de influências terrestres.
O Sigilo é a única parte do trabalho de Dee que tem uma direta
correspondência com sistemas de magia anteriores; versões deste aparecem no
Liber Juratis e no Heodious Aegypticus, entre outros volumes. Dee foi
orientado para copiar inicialmente o sigilo de um livro de sua biblioteca, mas


encontrou versões conflitantes e não pôde decidir entre eles. Questionando os
anjos, estes lhe deram o projeto para uma versão nova e mais detalhada. O sigilo
resultante é substancialmente diferente das versões anteriores, compartilhando
com eles só a forma geométrica geral.
Enquanto a maioria dos nomes no Sigilo não são imediatamente
reconhecíveis, quase que todos eles são derivados de dois conjuntos de nomes
angelicais familiares. O primeiro conjunto é da lista dos anjos de Agrippa como
os "sete que estão na presença de Deus". Os nomes divinos fora do hexagrama
no Sigilo são formados por transposição das letras destes nomes, seguindo um
elaborado mas consistente método. O segundo conjunto são os Arcanjos
planetários cujos nomes são mostrados no centro do Sigilo. Estes são usados
para formar os quatro grupos de sete nomes angelicais dentro do hexagrama,
chamados de "Filhos de Luz", "Filhas de Luz", "Filhos dos Filhos", e "Filhas
das Filhas". É interessante notar que os nomes derivados eram primeiro
determinados, e só depois eram mostrados os meios de derivação.
Equipamento: As Insígnias da Criação
Imediatamente seguindo a apresentação do Sigillum dei Aemeth, os anjos
proveram sete sigilos complexos intitulados "Insígnias da Criação". Estes
seriam gravados em folhas de estanho purificada, e arranjadas sobre a superfície
da Mesa Santa formando um anel contínuo ao redor do Sigillum dei Aemeth, ou
dispostos diretamente na frente do magista. Como uma alternativa, os anjos
permitiram que os sigilos fossem pintados diretamente na mesa. Durante a as
correções ocorridas na Primavera de 1583, os anjos especificaram que as letras
nas insígnias deveriam ser convertidas para o alfabeto angelical, mas isto
aparentemente nunca foi feito.
Como a própria mesa, as bandeiras eram intencionalmente utilizadas
como instrumentos de conciliação entre o magista e o poder Heptarquico. Cada
insígnia era associada a um Rei da Heptarquia, com um planeta específico bem
como um dia da semana.
Duas mais recentes versões das bandeiras circularam em publicações
modernas. A primeira destas foi criada pelo pseudônimo "Dr. Rudd", mais ou
menos um século após a época de John Dee. A versão de Rudd apresenta os
nomes de vários demônios tradicionais escritos na Insígnia. A idéia de Rudd era
que as letras representavam os nomes destes demônios, e o número de vezes que
a letra aparecia significava o número de vezes que o demônio seria invocado.


A versão das Insígnias foi publicada no Zalewski's Golden Dawn
Enochian Magick no qual erroneamente troca todas as letras "b" minúsculas nas
Insígnias por números seis. Esta versão aparenta ser mais uma recente invenção,
aparecendo impressa nos anos 60. Mas como pode ser visto nas ilustrações do
apêndice, os números seis e letras "b" nas insígnias são desenhadas de uma
maneira consistente e distinta.
Nenhuma destas versões posteriores tem alguma justificação nos diários
de Dee. Há um lógica por detrais dos símbolos nas Insígnias, que não é
explicada em nenhum lugar dos registros.
A Hierarquia Heptarquica: Os 49 Anjos Bons
Os 49 Anjos Bons são os primeiros poderes angelicais "mundanos"
apresentados neste sistema. Esses listados no Sigillum dei Aemeth estão
aparentemente de algum modo acima dos mundos no qual os homens vivem,
assim como estão as Insígnias. Tendo apresentado as Insígnias, o arcanjo
Michael apresenta os 49 anjos dizendo: "Agora você toca o mundo, e as ações
na terra. Agora nós lhe mostraremos o mundo mais baixo: Os Governadores
que trabalham e regem abaixo de Deus".
Dee e Kelley foram apresentados a 7 talismãs (7x7). Cada quadrado de
cada talismã continha uma letra e um número de 1 a 49. Pela reunião das letras
com o mesmo número numa certa seqüência, foram produzidos os nomes dos
anjos. A lista dos nomes, divididas em grupos de sete, foi chamada de Tabula
Collecta. Dee organizou estes nomes em uma tabela circular a qual chamou de
Tabula Bonorum, dividindo os anjos em grupos de sete, com um Rei e um
Príncipe encabeçando cada grupo.
Figura: Tabula Bonorum
Cada um destes sete talismãs originais foi associado a um poder sobre um
aspecto particular da existência; segue o nome de cada anjo que controla
alguma parte de cada desses aspectos. Os poderes designados a cada talismã ou
letra são:
1. Graça e sabedoria
2. A exaltação e governo dos Príncipes
3. Prevalecendo em deliberação, e em cima da nobreza


4. Ganho e comércio de mercadoria. (Dee depois mudou para Água, sem
nenhuma razão clara.)
5. As qualidades da Terra, e da Água
6. Conhecimento do Ar e dos seres que movimentam-se por este elemento
7. Domínio do fogo.
Desta lista de poderes ele demonstraria que, ao longo de pelo menos uma
dimensão, a magia Heptarquica não é de natureza completamente planetária. Os
poderes se ajustariam mais na concepção de um mundo elementar quádruplo
regida por um espírito de manifestação tripla, como nas mais baixas sete
Sephiroth da cabala.
Retroativamente, Dee nomeara um atributo planetário a cada grupo de sete
anjos, baseado nas conexões entre o Os Reis e os dias da semana. Depois
estudantes têm interpolado um sistema de atributos duais, baseado no fato, que
o Príncipe de um determinado dia aparece em um grupo diferente do Rei do dia.
Os Reis, Príncipes, e seus ministros
Seguindo a apresentação dos 49 anjos, há um buraco no registro de cerca
de seis meses; aparentemente nenhuma operação fora executada neste período.
Ashmole especula aquele Dee e Kelley tiveram uma discordância em continuar
o trabalho. Isto parece uma suposição razoável. O registro pré hiato termina
com Kelley expressando antipatia e descrença nos espíritos por sugerirem que
ele não entra em ação em acordo com sua natureza. O registro pós hiato começa
com a nota: "Após a reconciliação com Kelley".
O material desta seção é mais confuso que das anteriores. A fala dos
anjos é mais elaborada e bombástica, o aspecto visual caracterizado por uma
qualidade do equipamento. Talvez a contínua hostilidade de Kelley para com os
anjos foi responsável pela mudança.
Primeiramente, são apresentados os poderes dos Príncipes, seguidos pelos
seus sigilos. Os Reis Heptarquicos aparecem em seguida. Eles descrevem os
seus poderes, e cada um dos seus 42 ministros. Os ministros a seu tempo
apresentam seus nomes, em duas formas: uma tabela de seis linhas por sete
colunas, cada uma contendo uma letra; e um talismã com seus nomes escritos
sobre uma circunferência.


Os poderes designados aos Reis aparentam manter uma relação maior
com uma natureza planetária do que esses poderes associados a letras
individuais dos seus nomes. Porém, há algumas instâncias para onde os poderes
aparentam serem impróprios para o planeta associado, e outros onde o poder do
Príncipe não outorgue com o do Rei.
Planeta Rei Poder do Rei Príncipe Poder do Príncipe
Sol Bobogel Sabedoria, Ciência
Bornogo Metais, alteração
da natureza
Marte Babalel Águas, batalha Befafes Mares
Júpiter Bynepor Vida de todas as
coisas
Butmono Terra
Mercúrio Bnaspol Terra e seus
componentes
Blisdon Vida
Saturno Bnapsen Expulsão de
espíritos maus
Broges Fogo
Vênus Baligon Poderes do ar Bagenol Não mostrado
Lua Blumaza Não mensionado Bralges Ar, espíritos
invisíveis
Os 42 ministros nomeados para cada Rei são divididos em seis grupos
cujos sete membros têm nomes formados pelas mesmas letras. Cada grupo rege
uma seção de um quatro de hora do dia, começando à meia-noite. O primeiro
grupo é tipicamente representado como expressando uma mais pura forma do
poder do Rei que os cinco grupos remanescentes.
Como no caso do lamen e da mesa santa, os nomes de os ministros são
derivados da tabela dos 49 anjos. Para os ministros, um método diferente foi
usado para extrair os nomes para o conjunto de cada Rei. Também como
previamente, os nomes foram dado aos magistas antes do método de extração
ser explicado.
Partes perdidas
Em vários trechos dos registros, são feitas referências a respeito de um
"Grande Globo", aparentemente um diagrama de algum tipo que não está entre
os documentos que foram publicados até o momento. Neste contexto, parece
que poderia ser uma variação adicional da Tabula Bonorum, ou dos 7 talismãs
dos quais a Bonorum foi feita. Como Dee descreve-o: "...Há letras importantes
abaixo dos nomes do Rei e caracteres: e também há outras letras com números:


... e além destas letras, algumas são versas e outras reversas". Aparentemente
Kelley recebeu este diagrama em algum momento quando Dee não estava
presente; Dee se refere a eles como tendo sido trazido a ele através de Kelley.
Os anjos afirmaram todavia que ele era importante para o uso da magia.
Esta tabela seria usada na criação de talismãs para invocações dos anjos
da Heptarquia. Um exemplo de tal talismã mostra o sigilo de um dos Filhos da
Luz em seu centro, com o nome de um Rei Heptarquico em um círculo ao redor
dele. Um círculo exterior na parte reversa e letras normais forma a
circunferência do talismã perdido.
Método de uso
Nas sessões da primavera de 1583, os anjos indicaram que numa delas foi
planejado que instruções detalhadas seriam dadas para o uso do sistema magico
da Heptarquia. Se esta sessão aconteceu, não está nos registros sobreviventes,
mas alguma idéia do técnica geral pode ser recolhida de comentários de outras
partes do registro.
O magista seria assentado à mesa santa usando o anel e o lamen. A
Insígnia do Rei a ser invocado seria colocada na mesa antes dele. Ele seguraria
um talismã apropriado do Rei Heptarquico em uma mão, com um talismã dos
nomes dos ministros do Rei colocados debaixo de seus pés. O magista chamaria
o Rei então através de petição e oração, seguida pela exortação ao Príncipe dele,
e invocações dos seis ministros principais. Eles apareceriam na Bola de Cristal,
ao que o mágico os encarregaria a executar a tarefa por ele desejada.

os segredos de TOTH e as chaves de enoch.

Logo depois do Dilúvio, no amanhecer do presente ciclo de tempo, uma era que os
egípcios chamaram ZEP TEPI, "Os Primeiros Tempos", apareceu um grupo misterioso de
"deuses", para iniciar os sobreviventes nos rudimentos da civilização. De Thoth e Osiris no
Egito, a Quetzacoatal e Viracocha nas Américas, as tradições mundiais atribuem as origens
da civilizaçao contemporânea a este sofisticado grupo.*
A despeito da enganadora popularidade do jornalismo de Von Daniken, a evidência ao
redor do mundo indica que estas pessoas eram sobreviventes altamente tecnológicos da
civilização. Como os bunkers nucleares e as instalações subterrâneas secretas de nossa
própria civilização, eles eram aqueles que se elevaram das "cidades dos deuses
subterrâneas" depois que a poeira baixou. Eles eram os "patriarcas pré diluvianos", como
Enoque e Matusalém, os "gigantes e os heróis dä antiguidade" mencionados no these
Genesis. Os deuses enigmáticos da antiga Suiméria, Egito e Índia, todos eles extraídos dos
tempos fabulosos antes da Inundação.
Desde a desclassificação do novo radar penetrante do solo há dois anos, os dados mais
surpreendentes tem emergido dos sistemas subterrâneos complexos e labirínticos em várias
partes do mundo. Em lugares como na Guatemala e na América do Sul, os túneis tem sido
mapeados sobre o complexo da pirâmide maia em Tikal, que se extendem por 800
quilômetros para o lado oposto do país. Os investigadores observaram que era possível
entender como meio milhão de maias escaparam da dizimação de sua cultura.
De modo similar, o radar SIRA foi empregado no Egito em 1978, mapeando um complexo
subterrâneo extraordinário sob as pirâmides egípcias. Arranjos feitos com o presidente
Sadat do Egito, resultaram em tres décadas de excavações top secretas para penetrar no
sistema. Em um encontro recente na Austrália, um dos cientistas chave do projeto Giza, o
Dr. Jim Hurtak, mostrou uma filmagem do trabalho em progresso
chamado, CHAMBERS OF THE DEEP, devendo ser divulgado no final do século.
O filme revela uma grande e magnífica metrópole de 15 mil anos de idade que alcança
vários níveis sob o platô de Giza. Como o resto o Nu-Age especula sobre uma câmara
oculta sob a pata esquerda da Esfinge, a legendária "Cidade dos Deuses" fica abaixo.
Completa com instalações hidráulicas subterrâneas, o filme mostra câmaras maciças, as
proporções de nossas maiores catedrais, com enormes estátuas, o tamanho do Vale do Nilo,
cavada no lugar. Pesquisadores, arriscando suas vidas com luzes e câmaras,
cuidadosamente negociaram botes de borraxcha através de rios subterrâneos e lagos de
quilometros de largura, para penetrarem em câmaras seladas além. Já, notáveis
armazenamentos de registros e artefatos tem sido encontrados. É o legado de uma
civilização e uma tecnologia muito além da nossa. Uma tecnologia capaz de criar uma
grande cidade subterrânea, do qual as pirâmides e a esfinge são meramente marcadores de
superfície. O cientitsta do projeto, Dr. Hurtak, compara isto ao impacto do contacto com
uma avançada cultura extraterrestre. Ele descreveu isto como uma descoberta da cultura de
Quarta Raiz, a chamada civilização atlante, destrúida pelo último tombo da terra. Ela
apresenta uma evidência inequívoca de que todas as linguagens, culturas e religiões se
traçam a uma única fonte comum, que o Dr. Hurtak refere ser a "Civilização Pai."


A tecnologia revelada está além da tecnologia das máquinas, como conhecemos. Como
uma vez brincou Arthur C. Clark , "qualquer tecnologia além da nossa pareceria mágica
para nós". Segundo o Dr. Hurtak, esta era uma cultura que quebrou o seu código genético e
possuia as chaves do espectro físico, a "Mais Alta Física de Luz" dos antigos... tudo o que o
velho Gilgamesh estava buscando em sua famosa difícil viagem a perdida "Cidade dos
Deuses" para buscar os túneis sob "Mt. Mashu" nas terras desertas.
Hurtak se refere a uma "linguagem de luz" e a um alto cientista-sacerdote do prévio ciclo
de tempo, chamado ENOCH, que é associado à construção do complexo da Grande
Pirâmide. Hurtak alude a uma grande ciência espiritual, uma ciência que ele descreve
como uma escada genética às estrelas.
O sacerdote-cientista ENOCH, é um patriarca pré-diluviano, um dos personagens mais
famosos e seminais do ciclo anterior de tempo. Pai de Matusalém e avô de Noé, é creditado
a Enoch na Bíblia como arquiteto do Zion original, a legandária "Cidade de Yahweh", bem
como inventor do alfabeto e docalendário. Enoch é também o primeiro astronauta da
história, que é "elevado ao senhor"e lhe é mostrado "os segredos da Terra e do Céu". Ele
volta a Terra com "pesos e medidas" para toda a humanidade.
Conhecido pelos egípcios como THOTH, o "Senhor dda Magia e do Tempo" e pelos gregos
como HERMES, "mensengeiro dos deuses", ele é mesmo lembrado na tradição celta como
o enigmático mago Merlin, que desaparece em uma macieira para a mítica Avalon,
buscando o segredo da imortalidade e prometendo voltar.
Como aqueles que atingem a imortalidade, o segredo de como "podemos nos tornar como
os deuses", Thoth/Enoch prometem retornar no fim dos tempos "com as chaves dos portões
das terras sagradas". Nos controversos Papiros do Mar Morto, revelando os Livros de
Enoch removidos da Bíblia pelos iniciais líderes religiosos, Enoch descreve uma
maravilhosa civilização no passado que usou mal as chaves do mais elevado conhecimento
e foi incapaz de se salvar do último cataclisma. Ambos figurativa e literalmente eles
perderam "as chaves", eles perderam todo o alto conhecimento.
E ainda, Enoch, ao longo de muitas tradições, mesmo a legenda Maia de Quetzacoatal,
promete um retorno deste conhecimento no "Fim do Tempo," o fim do presente ciclo de
tempo. As Revelações Bíblicas prometem que "tudo será revelado" no fim do presente
mundo, descrevem não apenas uma tecnologia avançada, mas um caminho evolucionário
além de nosso estado presente. Um cuidadoso exame dos sítios chave mundiais de
pirâmides revelam que eles são sofisticadas estruturas harmônicas, não somente espelhando
as posições dos planetas e sistemas estelares mas destinados a representarem os chakras e
cavidades harmônicas do corpo humano. Mesmo cada peedra dentro da Grande Pirâmide é
harmonicamente sintonizada a uma frequência específica ou tom musical. O sarcófago no
centro da Grande Pirâmide é sintonizado a frequência do batimento cardíaco humano.
Surpreendentes experimentos, realizados pelo Dr. Hurtak e seus colegas na Grande
Pirâmide e em outros sítios da América do Sul, demonstram que as pirâmides serem
"computadores geofísicos" ativados pela voz. Ao entoar específicos sons antigos, a equipe
científica produziu ondas imóveis de luz visíveis acima e dentro das pirâmides e foram
capazes de penetrar desta forma em câmaras inacessíveis. Descobertas subsequentes


indicam que os antigos cientisstas-sacerdotes empregavam algum tipo de tecnologia
harmônica de som dentro das estruturas do templo. O conhecimento enoqueano perdido
revela a língua mãe como uma "linguagem de Luz". Conhecido pelos antigos como
HIBURU, esta é a primária semente de linguagem, introduzida no início deste ciclo de
tempo. A pesquisa moderna confirma, a forma mais antiga de hebraico era uma linguagem
natural, as formas alfabéticas emergindo dos padrões das chamas de fosfeno do cérebro. As
mesmas formas, de fato, nasceram de um vórtice giratório. Esta é uma verdadeira
linguagem de luz, percorrendo mesmo o nosso sistema nervoso.
Codificando as geometrias naturais da forma onda do mundo físico, Hiburu é uma
linguagem harmônica, mimetizando as propriedades da forma onda de luz.
As "chaves de Enoch" falam, mostram ser sons chave, chaves para serem a matriz
vibratória da própria realidade, o mítico "Poder do Mundo". O conhecimento Enochiano
descreve equações sônicas, codificada dentro de de antigos mantras e nomes de deus,
capazes de afetarem diretamente o sistema nervoso e produzitrem um efeito profundo de
cura e estados de consciência elevada. Como é declarado nos textos antigos, "se você deve
falar com deuses você primeiro deve aprender a linguagem dos deuses." DNA, a antiga e
cabalística "Árvore da Vida" retratada na Bíblica Torah, está agora vindo a ser vista como
uma estrutura vibrante viva, muito mais do que uma fita de registro fixa. Muitos cientistas
modernos, a respeito do DNA como uma configuração de onda forma cintilante, capaz de
ser modificada pela luz, radiação, campos magnéticos ou pulsos sônicos. O legado de
Thoth/Enoch sugere esta "linguagem de Luz", a ciência harmônica dos antigos, pode afetar
o DNA.
A evidência no Egito, indica que este era o grande experimento genético de 6.000 anos
tentado pelos egípcios, a busca da imortalidade e das estrelas, uma busca descrita pelos
grandes da antiguidade, uma busca iniciada por Gilgamesh a muito tempo atrás. Os
egípcios não se fixavam no após vida, como pensavam os iniciais tradutores cristãos mas,
se concentravam em criar um tipo mais elevado de humano. Juntamente com muitas
culturas antitgas, eles acreditavam que o DNA veio das estrelas e estava destinado a
retornar. O conhecimento de Thoth/Enoch implica em que os humanos tinham a intenção
de evoluir além da presente forma terrestre, como nos ensina a Bíblia, "nós podemos nos
tornar maiores que os anjos". Os egípcios registram histórias de "Caminhantes das
Estrelas", indivíduos ocasionais que, como Enoque, viajaram "Além do Grande Olho de
Orion" e voltaram, para andar como deuses entre os homens. A despeito do branqueamento
dos seres semi-divinos da consciência moderna pode ser possível, como insistem os textos
antigos, que estejamos destinados a nos "tornarmos deuses"? São os "Senhores da Luz"
Maias e os "Brilhantes" egípcios e tibetanos realmente uma forma elevada de humanos?
Segundo muitas lendas da Terra, estes seres supostamente retornam regularmente, no início
e no fim de cada ciclo, o ponto do meio de 13 mil anos da nossa órbital zodiacal de 26 mil
anos de nosso sistema solar ao redor do centro da galáxia. Por causa fdas condições de
nossa órbita galáctica, estes intervalos de 13 mil anos parecem estar separados por uma
revolução cataclísmica. Segundo o "calendário em pedra" da Grande Pirâmide, que descre o
chamado "Ciclo Phoenix" de nossa órbita galáctica, o presente período de tempo termina


(convertido para o nosso atual calendário) no ano 2012. A palavra grega PHOENIX,
derivada da palavra egípcia, PA-HANOK, significa, "A Casa de Enoch".
O conhecimento Enochiano sugere, estas regulares mudanças cataclísmicas atuam como
um agente evolucionário provocador, para apressar as formas de vida residentes a próxima
fase, antes do êxodo do planeta útero. A evolução Humana pode continuar mais
rapidamente do que se pensava previamente. A evidência que agora está aparecendo,
registros de civilações antes de nós, que eram mestres no contínuo físico e progrediram
além deste mundo. Há também aqueles que falharam. Nós também temos uma
oportunidade igual para fazer ou quebrar isto.
As descobertas emergindo do Egito, descrevem a existência de um amplo sistema mundial
de templos de pirâmide na pré história, montados como antena nos meridianos chave de
energia, que eram empregados pelos antigos sacerdotes-scientistas como um sistema
musical e estabilizar as placas tectônicas do planeta... a geologia cataclísmica em sua
magnitude. Da língua mãe a palavra JEDAIAH, significa "o caminho da palavra" ou "o
poder da palavra", os antigos sacerdotes JEDAI usaram a linguagem da luz para sintonizar
o planeta como um harmônico sino gigante. Muito está sendo redescoberto nos últimos dias
deste ciclo de tempo. Nas palavras do Dr. Jay Franz, da Omega Foundation, "mesmo se nós
não ousarmos nomear isto, há um sentimento universal de algo iminente no estágio
mundial."


a magia enoquiana e muito complexa e é preciso anos de teoria, entre tanto muitos acham inaplicavel para o conhecimento comum, a baixo um ritual que deve ser exercido somente com total compreenção, mas não tome cuidado so com rituais enoquianos e sim com os rituas no geral, por que quando mal executados os resultados podem ser catastroficos! tenho pouca pratica em magia por que eu so leio e não coloco em pratica se alguem tiver o conhecimento em me guiar para a pratica independente qual seja me ajudara muito!

fica ai um pouco que venho estudando, somente em teoria não em pratica!



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[center]Ritual de Invocação Enochiana
por Frater Baal
Ritual elaborado para a invocação dos espíritos da Heptarquia Mística de
John Dee.
Banimento
Estando voltado para o norte, estenda seu braço direito à frente e com
a ponta de seus dedos ou com a vara de comando, realize um giro em
torno de si, traçando um grande circulo ao seu redor.
Retornando ao norte e recite os versos:
Pelo poder de mina Vontade, eu estabeleço este local sagrado
A Luz do Espírito cria-o
O Fogo do Espírito envolve-o
O Ar do Espírito expande-o
A Água do Espírito purifica-o
A Terra do Espírito sustenta-o
"Eu agora declaro que o trabalho está devidamente aberto !!!"
Exortação ao Rei Heptarcal
Óh nobre Rei (Nome), por este nome e por qualquer outros nomes que
sejas chamado ou possa realmente ser invocado (recite-os se conhecer) e
por seu governo, disposição e ofício real (Descrição resumida das funções
do Rei), em nome do Rei dos Reis, o Senhor das Hostis , o Deus
Todo-Poderoso, creador do Céu e da Terra e de todas as coisas visíveis e
invisíveis.
Eu (seu motto), agora o chamo!
Óh, Nobre Rei (Nome), venha agora e apresente-se junto com seu
Príncipe, Ministros, servos e subordinados, de uma maneira visível e
compreensível a mim, para o meu crescimento intelectual e espiritual.
Amen!
Exortação ao Príncipe
Óh nobre príncipe (Nome), por este nome e por qualquer outros nomes que
sejas chamado ou possa realmente ser invocado (recite-os se conhecer) e
por seu governo, disposição e dignidade que é (Descrição resumida das
funções do Príncipe), em nome do Rei dos Reis, o Senhor das Hostis , o
Deus Todo-Poderoso, creador do Céu e da Terra e de todas as coisas
visíveis e invisíveis.
Eu (seu motto) agora o chamo!
Óh, Nobre Príncipe (Nome), venha agora e apresente-se de uma maneira
visível e compreensível a mim, junto de seus Ministros, servos e
subordinados, para o meu crescimento intelectual e espiritual. Amen!
Segue nesse momento a sessão de scrying ou materialização da entidade
invocada.
Fechando o Ritual
Óh Nobre Rei (Nome), que diligentemente respondeu às minhas exortações.
Eu vos agradeço pela prontidão à chamada deste vosso irmão. Despeço-me
de Ti, agradecendo o teu ofício. Que estejas sempre pronto a vir pela
minha chamada. Que o poder do Rei dos Reis esteja sempre prolongado
entre mim e Ti. Amen!
Óh nobre Príncipe (Nome), eu agradeço a ti e a todos os teus ministros,
servos e demais subordinados por virem amistosamente ao chamado deste
vosso irmão!
Que as bênçãos do Todo-Poderoso recaia sobre todos nós. Amen!
"Eu agora libero qualquer espirito que possa estar aprisionado por esta
cerimônia. Partam em paz para sua moradas e habitações , com as graças
de (seu motto), minhas bênçãos"
"Eu agora declaro que o trabalho foi devidamente fechado !!!"


quem tiver conhecimento nessas artes pode me ensinar, outras formas de rituais para que fique familiarizado com a magia, cansei so de ler mas presciso, de que alguem que tenha experiencia aqui vi que são muitas pessoas que ja tem pratica se puderem me por no caminho!
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Re: Magia enoquiana.

Mensagem  Mephysto Kain em Qui Abr 05, 2012 3:06 pm

kadra imria!

quem estiver interessado ao assunto vou, postar as 18chaves! e a cruz negra, e tambem vou por como descobrir o nosmes dos anjos, mas antes lerem o nomes, saiba um pouco mais sobre a magia enochiana!

gada hamun!
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